«The Empires of the Worlds»
(CD – Elitist Records, Earache, Megamúsica, 2005)
«The Empires of the Worlds» foi, sem dúvida, uma das estreias mais marcantes do ano 2005. A mescla de influências e a mestria para as fundir num todo orgânico e apelativo fizeram o resto e chamaram a atenção da Elitist Records que não hesitou em editar esta estreia daquela que alguns já aclamam como a melhor banda britânica da actualidade. De facto, a Inglaterra era um dos países mais improváveis de onde poderia sair uma banda deste género dada a pouca afinidade das bandas britânicas editadas nos últimos 15 anos com a vertente mais tradicional do Metal. Imaginem uma simbiose entre a melodia e as vocalizações de Judas Priest, o poder e inconformidade de uns Pantera e o experimentalismo do Metal progressivo e poderão ter uma ideia daquilo que aqui se pode ouvir ao longo de quase uma hora. A isto juntem ainda alguns arranjos orquestrais e uma aura futurista e algo apocalíptica na qual a máquina domina o Homem e aí sim, ficam com uma ideia ainda mais clara do trabalho destes Biomechanical. Portanto, originalidade é coisa que não falta por aqui, assim como um sentimento de honestidade e entrega naquilo a que estes cinco rapazes se dedicam, factores que, quando conjugados, são um passo de gigante para se alcançar um grande disco. E «The Empires of the Worlds» é isso e muito mais ! Para além de um grande disco em termos técnicos, este é ainda uma obra inovadora, visionária e pioneira que poderá abrir um novo precedente no mundo do Metal. Perante uma banda e um disco destas dimensões não se poderia esperar menos do que um grande produtor para elevar a obra destes Biomechanical próximo da perfeição. Andy Sneap foi o nome escolhido e deixa aqui o seu nome bem vincado num disco que se quer intemporal. Destacar um ou outro tema é uma tarefa extremamente complicada dada a homogeneidade qualitativa presente ao longo dos 14 que compõem este disco, no entanto ouçam «Regenerated», «Long time dead», «Existenz» ou a épica «Absolution», composta por 4 partes que encerram o disco de uma forma magistral, e ficam com uma excelente amostra daquilo que vos espera ao longo deste disco. A não perder !
[ 9,5 / 10 ]
http://www.biomechanical.co.uk/
(CD – Elitist Records, Earache, Megamúsica, 2005)
«The Empires of the Worlds» foi, sem dúvida, uma das estreias mais marcantes do ano 2005. A mescla de influências e a mestria para as fundir num todo orgânico e apelativo fizeram o resto e chamaram a atenção da Elitist Records que não hesitou em editar esta estreia daquela que alguns já aclamam como a melhor banda britânica da actualidade. De facto, a Inglaterra era um dos países mais improváveis de onde poderia sair uma banda deste género dada a pouca afinidade das bandas britânicas editadas nos últimos 15 anos com a vertente mais tradicional do Metal. Imaginem uma simbiose entre a melodia e as vocalizações de Judas Priest, o poder e inconformidade de uns Pantera e o experimentalismo do Metal progressivo e poderão ter uma ideia daquilo que aqui se pode ouvir ao longo de quase uma hora. A isto juntem ainda alguns arranjos orquestrais e uma aura futurista e algo apocalíptica na qual a máquina domina o Homem e aí sim, ficam com uma ideia ainda mais clara do trabalho destes Biomechanical. Portanto, originalidade é coisa que não falta por aqui, assim como um sentimento de honestidade e entrega naquilo a que estes cinco rapazes se dedicam, factores que, quando conjugados, são um passo de gigante para se alcançar um grande disco. E «The Empires of the Worlds» é isso e muito mais ! Para além de um grande disco em termos técnicos, este é ainda uma obra inovadora, visionária e pioneira que poderá abrir um novo precedente no mundo do Metal. Perante uma banda e um disco destas dimensões não se poderia esperar menos do que um grande produtor para elevar a obra destes Biomechanical próximo da perfeição. Andy Sneap foi o nome escolhido e deixa aqui o seu nome bem vincado num disco que se quer intemporal. Destacar um ou outro tema é uma tarefa extremamente complicada dada a homogeneidade qualitativa presente ao longo dos 14 que compõem este disco, no entanto ouçam «Regenerated», «Long time dead», «Existenz» ou a épica «Absolution», composta por 4 partes que encerram o disco de uma forma magistral, e ficam com uma excelente amostra daquilo que vos espera ao longo deste disco. A não perder !
[ 9,5 / 10 ]
http://www.biomechanical.co.uk/

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