segunda-feira, junho 09, 2014
Lembram-se dos Inhuman? E do Pedro Garcia?
quarta-feira, junho 04, 2014
O bom filho à casa torna...entrevista com João Oliveira
segunda-feira, junho 02, 2014
O lado extremo de João Caldeira
sábado, outubro 19, 2013
Heterogeneidade Qualidade Personalidade
sábado, outubro 12, 2013
O regresso ao vício!
Queijos, vacas, relógios e....discos!
quarta-feira, janeiro 28, 2009
em entrevista...CRYSTALLINE DARKNESS

quinta-feira, janeiro 08, 2009
em entrevista...THERIOMORPHIC
«The Beast Brigade» surge como um todo mais negro e obscuro quando comparado com o vosso álbum de estreia. Concordas? Alguma razão especial para isso?Contam com alguns convidados neste disco. Podes elucidar-nos melhor da importância dessas participações?

De que forma as mudanças de formação verificadas ao longo destes últimos dois anos influenciaram o resultado final deste novo disco? Há uma efectiva participação dos restantes elementos no processo de composição dos Theriomorphic?
Apesar do sucesso do primeiro disco não surgem vinculados a nenhuma editora com alguma dimensão. Foi mera opção da banda ou simplesmente não surgiu qualquer oportunidade?
Há algum plano para uma edição internacional do disco? Que reacções vos chegam lá de fora?
Voltam a trabalhar com o Hugo Camarinha na produção. É um voto de confiança em mais um produtor português, o que não deixa de ser importante…
Em termos de conceito por onde se move «The Beast Brigade»?
Quem compõe a «Beast Brigade»?
Como encaras o actual estado do movimento underground português? Achas que finalmente estão reunidas as condições para que as bandas portuguesas evoluam em termos de reconhecimento e de qualidade?
Funcionando como uma contra corrente ao advento tecnológico que a Internet possibilitou, começa a sentir-se um certo regresso a formatos tradicionais como a demo tape ou o vinil. Sentes isso? Qual a tua opinião? Como encaras a relação Internet/Música/Underground?Quais os planos para os Theriomorphic a curto prazo? Digressão nacional?
quinta-feira, dezembro 04, 2008
em entrevista...CRONAXIA
É caso para dizer finalmente! O que vos ocorre ao verem o primeiro trabalho de Cronaxia editado após mais de dez anos de carreira?
Vitória! Faça às adversidades que a banda passou, sabe bem termos o nosso primeiro trabalho gravado, após 11 anos de trabalho e mudanças de formação, compensou termos persistido até aos dias de hoje e termos finalmente uma amostra do que temos vindo a fazer ao longo dos anos.
Apesar de contarem já com uma carreira longa, os Cronaxia têm vindo a passar um pouco ao lado da cena de peso nacional. Encontras alguma razão concreta para isso?
Sim, é verdade, as razões principais têm a ver com alguns problemas pessoais e problemas de formação a nível de baixista e vocalista. Álem disso também demorou algum tempo a compor os nossos temas e a executá-los de forma coesa para apresentar tanto em gravação como ao vivo.
Como está a ser recebido «The Solution Above Continuity»?
Apesar do ainda recente lançamento do nosso EP, temos tido já algum feedback, tanto da parte da imprensa, de entidades relacionadas com eventos como de ouvintes. As críticas têm sido tanto boas como menos boas. Estamos ainda na fase em que as críticas vão chegando aos poucos, e dentro de algum tempo já teremos uma melhor percepção da aceitação do nosso trabalho.
Desta vez é mesmo para continuar ou teremos de esperar mais dez anos para uma nova aparição dos Cronaxia?
Embora nunca tenhamos tocado regularmente ao vivo nem editado nada anteriormente, a banda nunca parou ao longo de todos estes anos, além dos temas que tocamos ao vivo continuamos a compor temas novos com intenção de gravar o nosso próximo registo em formato álbum.
Em termos de sonoridade baseiam-se no brutal death metal técnico e arrastado. Achas que o interesse em torno desse estilo tem vindo a esmorecer ao longo dos anos?
Sem dúvida, nós notamos que actualmente tem vindo a esmorecer um pouco o interesse neste estilo musical, e nós estamos a sentir um pouco isso, Temos um pouco a sensação que aparecemos na altura errada, mas contudo pensamos que tem a ver com uma questão de ciclos, o que não nos impede que sigamos o nosso caminho.
Em Portugal assistiu-se a um desaparecimento de inúmeras bandas que se movimentavam dentro desse género. Achas que relaciona-se tudo com uma questão de hypes sazonais?
Sim, como referimos anteriormente estamos a atravessar uma época em que este estilo musical não está nos melhores dias no nosso país, mas isso não significa que o panorama do Death Metal não melhore futuramente.
Em termos de imaginário parecem entrar pelo mundo da ficção científica. Podes elucidar-nos melhor acerca disso?
Em primeiro lugar é uma temática que nos agrada e achamos interessante incorporá-la na nossa música, o que nos proporciona uma grande margem de exploração a nível de temas. No que diz respeito a temas e em particular no nosso EP, abordamos a continuidade do tempo e a eternidade, bem como a evolução e manipulação da mente humana e também formas de perpetuar o legado cientifico e tecnológico das espécies.
Apesar de todas as facilidades que a Internet oferece, parece haver um interesse renovado em alimentar o movimento mais underground, reflectindo-se na compra de discos, demo tapes e vinis. Sentem isso em relação aos Cronaxia? O pessoal compra o vosso disco?
Como referimos anteriormente o nosso EP foi lançado recentemente, as vendas ainda não foram significativas, mas também apostamos mais na venda de discos nos nossos concertos.
O que podemos esperar dos Cronaxia em breve? Concertos, novo disco, editora…?
Os nossos planos para o futuro consistem em continuar a tocar ao vivo para promover o nosso recente lançamento, e estamos também a trabalhar em novas músicas e conceitos, que irão constar num futuro longa duração para o qual procuramos uma editora.
sábado, novembro 22, 2008
em entrevista...THE LAST OF THEM

Até agora, as críticas e opiniões que recebemos sobre o EP têm sido positivas e motivadoras, ainda que todo o trabalho de promoção não esteja concluído…em relação às nossas expectativas penso que correu tudo bem, até porque nós nunca chegámos a traçar nenhum objectivo concreto com este lançamento, serviu apenas para apresentar a banda e mostrar o trabalho que tinha sido desenvolvido até aqui.
Os The Last of Them têm na sua formação elementos de bandas tão díspares quanto os Sonic Flower, Downthroat ou InDementia. Como acabaram todos num projecto em comum?
Quase todos nós já éramos amigos ou conhecidos…Eu já tocava nos Downthroat quando me juntei ao Zé e ao Vitó nos Sonic Flower, após algumas alterações/experiências na formação acabaríamos por contactar o Rui e o Renan que faziam parte dos InDementia e que nós conhecíamos através do estúdio Covil em Águeda que é propriedade do Hugo e do Rui, onde na altura estávamos a começar as gravações do EP.
O vosso EP de estreia revela uma banda a explorar sonoridades distintas, desde o black metal ao thrashcore, passando pelo death metal. Esta foi uma opção consciente ou faz parte de uma procura de cimentar a vossa personalidade?
Foi consciente e nós já sabíamos que haveria questões sobre esse assunto…desta vez decidimos aproveitar todas as músicas/malhas que nós gostássemos independentemente de soar a heavy, thrash ou death …perguntámos a nós mesmos qual era o nosso “estilo” e a resposta foi ´metal´, então não haveria barreiras/limites nos estilos e sub-estilos que se fazem dentro do metal. Iremos soar sempre diferente de tema para tema desde o rock ao black passando pelo metalcore…um pouco de tudo, isto também devido aos mais variados gostos pessoais de cada membro dos The Last of Them.
Qual o significado da expressão The Last of Them como designação para a banda?
A ideia do nome surgiu numa conversa acerca do pessoal que se mantinha na “cena” há vários anos e aquele que por uma ou outra razão se tinha afastado do meio musical. Como nós somos dos poucos restantes que na nossa zona ainda anda aqui por amor à camisola e tal, falou-se, “ …somos os últimos a restar…” e foi mais ou menos daí que surgiu.
Estando já calejados pela vossa passagem em anteriores bandas, como encaram a evolução das sonoridades ligadas ao metal ao longo dos últimos anos? Acham que é agora mais fácil gravar e editar um registo digno?
A evolução é normal dentro de qualquer estilo, depois há este ou aquele estilo que acaba por ficar mais “na moda” e, ou começa a saturar devido há grande procura/oferta de bandas num determinado estilo de música…o que depois vem penalizar as boas bandas que por vezes são metidas no mesmo “saco” só porque tocam este ou aquele tipo de metal…Não se compara…hoje em dia conseguem-se fazer coisas que há uns anos atrás eram impensáveis…Desde material sofisticado a pessoal já especializado e com bons estúdios, hoje encontra-se tudo aqui à mão de semear!
Estão a trabalhar no sentido de fazer chegar o vosso trabalho além fronteiras ou esse ainda não é um objectivo premente da banda?
Por enquanto ainda não a 100%... já foram enviadas algumas cópias para editoras e zines estrangeiras mas a prioridade é darmo-nos a conhecer primeiro em Portugal…explorar o mercado nacional e ver-mos qual a reacção do público.
O tema «New Addiction» foi usado por uma produtora norte-americana nos créditos finais da série «War of the Dead Z.E.R.O.». Como se deu esse convite?
O convite surgiu através do myspace da banda…o Mike DiSario, que é o realizador da série ouviu o tema, disse que tinha gostado muito e perguntou se nós estávamos interessados em pôr o “New Addiction” nos créditos finais do episódio 2 da série…nós dissemos que sim!
Achas que o futuro do metal e da música em geral passa pela fusão de géneros? Estarão os géneros musicais ditos tradicionais condenados? Até que ponto poderá ir a procura de originalidade?
Acho que já não há muita opção nessas fusões de estilos…Ainda aparece de vez em quando uma ou outra banda inovadora mas é cada vez mais difícil ser original nos dias que correm…Condenados…penso que não, pelo menos a curto prazo…acho que ainda há muito público a gostar dos tradicionais em vez dos chamados modernos e inovadores. A procura não irá ter fim…agora até que ponto é que será uma originalidade com pés e cabeça para andar e vencer…isso não sabemos.
Já há planos para um álbum de estreia? O que podemos esperar?
Talvez para o ano… estamos a trabalhar em novos temas e queremos passar ao próximo passo…o álbum! Enquanto que no EP a grande maioria dos temas já tinham alguns anos e sofreram arranjos, o próximo trabalho será material mais recente e composto pela actual formação da banda. Vai haver sempre temas lentos, temas rápidos, uns mais melódicos outros mais brutais mas esse será sempre o fio condutor da banda…o “METAL”!!....

