Hoje com 35 anos, a paixão do Artur Carvalho pela música e pelos discos já vem de longe “A idade em que comecei ao certo, não sei dizer. Mas sei que antes de esbanjar os meus primeiros salários em música (isto com mais ou menos 16 anos) já “cravava” os meus pais para me oferecerem este ou aquele disco”. E já em tenra idade os seus gostos e as suas escolhas seguiam num sentido: o alternativo.
quinta-feira, julho 10, 2014
terça-feira, julho 08, 2014
Metal até ao osso...Bruno Vilela
Nome: Bruno Vilela
Idade: 29
Colecionador há: Cerca de
13 anos
Coração de: Heavy
Metal,Thrash e Death (Até 1995)
Primeiro Disco: “Live -
Decade Of Agression” dos Slayer
Último Disco: Os 3
primeiros de Pantera: “Metal Magic”, “I am The Night” e o “Projects In The
Jungle”.
Sonho todos os dias com: Qualquer
coisa de Metallica e Iron Maiden que me falte...
sexta-feira, junho 13, 2014
Lembram-se do Pedro Garcia? E dos Inhuman?
Ao falar com o Pedro Garcia sobre a sua veia coleccionista e enquanto fã de música, não resisti a fazer-lhe algumas questões sobre o seu passado enquanto músico, nomeadamente como vocalista dos Inhuman. Aqui fica o resultado.
segunda-feira, junho 09, 2014
Lembram-se dos Inhuman? E do Pedro Garcia?
Lembram-se dos Inhuman? Banda algarvia que na segunda metade da década de 90 editou dois discos que marcaram o metal português - «Strange Desire» e «Foreshadow» - e que, durante algum tempo, alimentaram a ideia de que teríamos aqui a próxima banda a seguir o trilho de internacionalização e de sucesso dos Moonspell? Pois bem, o Pedro Garcia foi o vocalista dessa banda e com ela gravou os dois álbuns atrás citados. Foi, por isso, com grande prazer – até porque sou um admirador confesso de Inhuman e da obra que deixaram – que cheguei à fala com o Pedro, não tanto com o objectivo de dissecar a carreira de Inhuman, mas mais para conhecer um outro lado do Pedro: o de coleccionador de discos e, acima de tudo, de apaixonado por música. Obviamente que acabei por não resistir à tentação e quis saber um pouco mais sobre a sua experiência com Inhuman, mas quanto a isso teremos mais novidades dentro de dias. Para já, vamos conhecer o fã e coleccionador Pedro Garcia.
quarta-feira, junho 04, 2014
O bom filho à casa torna...entrevista com João Oliveira
Cartão do Melómano
Nome: João Oliveira.
Idade: 40 anitos.
Coleccionador há: A aquisição com a intenção de ser para coleção só tem expressão a partir de 2010. Até 2010 foi um acumular aleatório de música Metal em diversos formatos (vinil, CD, Cassete, VHS, DVD, BluRay). Por isso só me considero colecionador há 2 anos.
Coração de: Metal. Mas o espectro vai desde o Rock ao mais brutal do Grindcore.
Primeiro Disco: Iron Maiden, “Number of the Beast”, comprado no Centro Comercial OKAY na Amadora.
Último Disco: Candlemass, “Psalms For The Dead”.
segunda-feira, junho 02, 2014
O lado extremo de João Caldeira
Nome: João Caldeira
Idade: 35
Coleccionador há: Desde a juventude que gasto dinheiro em música, mas coleccionar mesmo só uns anos mais tarde é que comecei a olhar para isto de outra forma.
Coração de: Leão..(risos)…agora mais a sério, gosto sobretudo de música extrema, rótulo que costumo usar para descrever aquilo que mais ouço e mais me agrada que vai desde o Black-Metal, Death-Metal, Sludge e coisas assim, mas não me fico só por ai.
Primeiro Disco: Os primeiros álbuns que comprei em formato físico mesmo acho que foram o “World Demise” de Obituary o “Dirt” de Alice In Chains e o mcd “The Grotesque” de Benediction. Antes e depois era mais a febre do tape-trading, nessa altura chegava a receber duas a três TDK ou Sony por dia vindas de todo o pais e de fora de Portugal. Não dava para mais e no sítio onde moro era complicado encontrar material. Para além do mais, estamos a falar de um puto no secundário com uma mesada muito estranha, mas acredito que o tal bichinho nasceu aqui com certos sacrifícios que se faziam, alguns até incluíam gastar o dinheiro dos almoços da escola, para comprar as tapes. Estas coisas vistas com esta distância podem parecer parvas, mas era mesmo o que acontecia. Nos dias de hoje é tudo fácil e o pessoal deixou de ter aquele afeto pelas coisas e passou-se a consumir desenfreadamente, o que leva a que muita coisa não tenha aquele sentido “mistico” e até mesmo eu por vezes acabo por cair nessa armadilha e só passado uns tempos e que digo “epah isto merecia ter tido um pouco mais de atenção”.
Último Disco: Sonne Adam-“The Sun Dead “(7´) e The Great Old Ones-“Al Azif”
Sonho todos os dias com: Hum, não sou muito sonhador nesse sentido, existem álbuns que gostaria de ter, mas nos dias de hoje com a febre das primeiras edições e tanta pirataria nunca se sabe bem aquilo que se está a comprar por vezes..e depois existem sítios por esse mundo fora que se divertem a tentar enganar o pessoal, é triste mas existem cromos que tentam ganhar a vida assim.
sábado, outubro 19, 2013
Heterogeneidade Qualidade Personalidade
De gosto musical eclético e refinado, Gonçalo Cunha acolheu-nos calorosamente no seio de uma colecção na qual discos que constituíram a base de géneros musicais e se tornaram clássicos intemporais se cruzam com obras que em 2012 procuram ainda criar algo novo e original. Dono de uma mente aberta pouco comum, Gonçalo não renega as suas origens, mas recusa manter-se agarrado ao passado, procurando evoluir e adaptar o seu gosto musical a sonoridades desafiantes e inovadoras. Em discurso directo, esclarecido e apaixonado, Gonçalo Cunha.
CARTÃO DO MELÓMANO
Nome: Gonçalo Cunha
Idade: Nasci 10 dias depois do Homem pisar a lua.
Coleccionador há: Desde 1982.
Coração de: Metal e derivados/Jazz-Rock/Electrónica/Prog/Avant-Garde/Etc.
Primeiro Disco: Street Kids – “Trauma”
Último Disco: Foram 4: últimos de Cynic, Jeff Loomis e OSI e um promo de David Bowie. Quando terminar esta entrevista já espero que sejam outros! (risos)
Sonho todos os dias com: Hum...difícil, porque são vários. Assim de repente, lembro-me da demo-CD de Virus “Demo 2000”, limitada a 72 cópias.
sábado, outubro 12, 2013
O regresso ao vício!
É um vício, admito! É um vício ouvir música, é um vício
viver a música, é um vício sentir a música, é um vício falar sobre música, é um
vício partilhar este vício. Mas é um vício bom!
Queijos, vacas, relógios e....discos!
Chama-se Ivo Seabra, é português e vive na Suiça. Nada de novo e, aparentemente, algo que volta a ser cada vez mais frequente. Radicado no país do chocolate e dos relógios há cerca de dez anos, o nosso entrevistado antecipou o convite que os nossos governantes amavelmente dirigiram aos jovens no sentido destes procurarem uma vida melhor lá fora e encontra-se hoje perfeitamente estabilizado e integrado na Suiça, inclusive no que à sua grande paixão diz respeito: a música, o metal e os discos. Foi sobre essa paixão que o Ivo acedeu falar com o Opuskulo, oferecendo-nos uma interessante perspectiva sobre como é ser colecionador e fã de música num contexto diferente do nosso.
quarta-feira, janeiro 28, 2009
em entrevista...CRYSTALLINE DARKNESS
De forma discreta mas extremamente sólida, parece estar a emergir em Portugal uma nova vertente da música extrema que tanto deve ao black metal como ao funeral doom, tudo envolto numa profunda angústia e palpável desespero do qual emana uma certa portugalidade. De entre os vários nomes que têm vindo a apresentar trabalhos bastante interessantes dentro deste espectro nos últimos meses, os CRYSTALLINE DARKNESS são um dos mais interessantes. A banda liderada por Demoniac mostra na estreia «Melancólica Nostalgia» uma apurada sensibilidade no momento de transformar em música todo um rol de sentimentos que o músico nos ajudou a descobrir na entrevista gentilmente cedida ao Opuskulo. Aqui fica o resultado.

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